Author: guilherme

Sobre

Guilherme Franco

Uma mistura de Wes Anderson, Lars Von Trier, Coutinho e Godard. Videomaker, futuro jornalista e diretor, ama filosofar e repensar como produtos artísticos seriam de outra forma. Vegetariano e corredor, a cada dia tenta se acostumar mais com essa sociedade que vive de utopias.

Matangi/Maya/M.I.A.

MATANGIA/MAYA/M.I.A. é outra obra que faz parte do conjunto de títulos que eu estava ansioso e curioso para assistir este ano. Faz anos que acompanho o trabalho da M.I.A. e sou fã de suas músicas, com videoclipes incríveis e melodias contagiantes ela fazia parte das minhas corridas e divagações no ócio artístico. O que me levou a ansiar por essa obra foi que eu esperava algo experimental e um trabalho enorme com a trilha sonora e sua música, achava ela um gênio por ter canções tão incríveis e ser tão jovem, uns 25 ou 27 anos. Mas não, ela...

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Lembro mais dos Corvos

Por Guilherme Franco Lembro mais dos Corvos era uma obra que eu estava muito ansioso para assistir, acompanho o trabalho do Gustavo Vinagre há um tempo, e a atriz e cineasta Julia Katharine vem se destacando cada vez mais na cena do cinema independente nacional. Eu me surpreendi com o filme, pois esperava outra coisa da obra, um longa que acompanhasse Julia no seu dia-a-dia ou algo do tipo, e o que vi foi uma reinvenção de uma linha do documentário, e mais do que isso, um outro debate acerca do passado de uma pessoa LGBTT e de todas...

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Solar Walk

Solar Walk conta de forma poética e cativante uma história sobre sentimentos e faz uma reflexão acerca do ego incansável do ser humano. O curta, exibido no Festival de Berlim e no americano SXSW, nos leva a um espaço com diferentes criaturas e seres que pacificamente nos fazem refletir sobre temas como o imperialismo e artes plásticas. Realizado a partir do método surrealista de 1920 da escrita automática*, os gigantes seres vão se redescobrindo a partir da narrativa e outros vão aparecendo, e aqui, os humanos são pequenas criaturinhas comandadas por esses seres maiores com características de animais. No...

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Estamos no INDIELISBOA!

Olá pessoal, tudo bom? Se antes já desbravávamos o cinema de outros países na CineMundi, agora o Cinemascope chegou literalmente ao outro lado do Continente. Teremos a cobertura de alguns Festivais que acontecem em Portugal! E já começamos com um muito interessante, o IndieLisboa, o melhor do Cinema Independente nas salas de Portugal. O festival é dirigido por três diretores, e é justamente isso que a programação busca: uma visão plural e trazer o melhor do cinema independente mundial que não chega as grandes telas de Portugal, como disse o diretor Carlos Ramos em entrevista ao Cinemascope. Criado em...

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El Cielo de los Animales

El Cielo de los Animales usa o método observativo, usado em grandes filmes documentais como O Triunfo da Vontade, de Leni Riefenstahl (1935), Primárias, de Robert Drew (1960) e High School, de Frederick Wiseman (1968), onde o (s) realizador (es) “não intervém” na filmagem e buscam o mínimo de contato com os personagens, como se fossem uma “mosca na parede”. Juan Renau nos mostra a escravidão invisível que são os desfiles de beleza de cachorros. Por meio de planos bem fechados, ele faz o retrato de cães como inocentes princesas de contos de fadas, extasiadas e sem liberdade de...

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