Sobre
A grandeza visual da tecnologia CinemaScope aliada ao poder sonoro do surround revolucionou o fazer e o ver cinema. A invenção deu mais vida e ajudou a engrandecer na tela as belezas de estrelas como Marilyn Monroe em “Como Agarrar um Milionário” (1953), Judy Garland em “Nasce uma Estrela” (1955) e Brigitte Bardot em “Viva Maria” (1965).
Pensando nessa definição, temos como objetivo dar aos leitores uma visão plural e aprofundada dos filmes analisados e comentados. Para isso, integram a nossa equipe cinéfilos selecionados de diversas áreas como Jornalismo, Rádio e TV, Artes Cênicas, Design e Letras, compondo assim, um mosaico de estilos, escritas, personalidades e opinião.
Um dos focos do Cinemascope é explorar o mercado cinematográfico nacional e suas produções, com a cobertura dos lançamentos, festivais, notícias e entrevistas. É pensar o cinema além dos clichês, estreitando o abismo que existe na relação entre o público e o cinema nacional, modificando a forma como essas obras são vistas e divulgadas. Sem esquecer, é claro, da produção internacional, com destaque para os principais lançamentos nos cinemas do Brasil.






