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Cinemascope - Harry Potter e o cálice de fogo

Harry Potter E O Cálice De Fogo

Por Verônica Petrelli

O filme Harry Potter e o Cálice de Fogo é o primeiro da saga que não começa na Rua dos Alfeneiros. Em um pesadelo de Harry Potter, Lord Voldemort e seus comparsas estão na antiga cada dos Riddle arquitetando seu novo plano para abater o Menino Que Sobreviveu. Desde o início, a história apresentada em O Cálice de Fogo representa uma nova fase importantíssima para a saga potteriana, uma espécie de ruptura. Afinal, com o ressurgimento do Lorde das Trevas, que ganhou sua forma física e pode tocar Harry pela primeira vez, sabemos que o mundo bruxo nunca mais será o mesmo de antes. Além disso, o quarto livro apresenta uma das tramas mais complexas, penetrantes e dinâmicas de toda a série. Somos apresentados ao Torneio Tribruxo, competição datada do século XIII com um trio de tarefas que testa a bravura e a inteligência de alunos das três maiores escolas de bruxos europeias. Além disso, existe uma trama muito complexa envolvendo Alastor Moody e Bartô Crouch Jr. E, para completar, há a famosa história universal sobre tornar-se adolescente e se apaixonar. Afinal, com o Baile de Inverno, Rony descobre que gosta de Hermione e Harry sente a dificuldade de chamar Cho Chang para ser seu par na festa. Por tudo isso, com todos esses eventos importantes, os realizadores até pensaram em dividir o longa metragem em duas partes (mas a ideia foi rapidamente descartada).

Mike Newell foi o diretor responsável por trazer para a tela essa história tão complexa, comandando uma expansão do universo de filmes a um nível inédito até então, visto que O Cálice de Fogo foi o lançamento mundial de maior bilheteria em 2005. Mike Newell, primeiro diretor britânico da série cinematográfica, já havia sido cotado para dirigir o primeiro longa, Harry Potter e a Pedra Filosofal. À época, por já estar envolvido com outro projeto, não pode aceitar o convite. Quando voltou a ser procurado, não hesitou em dizer que sim. Somado a isso, temos a mudança no comando da trilha sonora, que foi elaborada com excelência por Patrick Doyle, apesar da perda de John Williams.

Ademais, por conta do Torneio Tribruxo, O Cálice de Fogo foi a trama que envolveu maior quantidade e qualidade de efeitos visuais e trabalho de dublês do que qualquer outro filme anterior. Com o acréscimo, também, de novos e importantes personagens: Vítor Krum, interpretado por Stanislav Ianevski (o ator búlgaro foi escalado para o papel de repente, enquanto estudava em Londres); Fleur Delacour, por Clémence Poésy (que deixou a desejar por não ser tão bonita quanto à veela descrita nos livros); Cedrigo Diggory, por Robert Pattinson (que representa a primeira morte presenciada por Potter) e o novo amor de Harry, a aluna Cho Chang, interpretada por Katie Leung (apesar de nunca sequer ter participado de uma peça escolar, a atriz ganhou o papel dentre cinco mil meninas). Se levarmos em consideração os livros de J.K. Rowling, Cedrico e Cho deveriam ter sido apresentados em Prisioneiro de Azkaban, visto que eram apanhadores dos times de quadribol da Lufa-Lufa e da Corvinal, respectivamente.

O quarto filme da saga já se inicia de maneira eletrizante, com a ida de Harry e da família Weasley para a Copa Mundial de Quadribol por meio de uma chave de portal. Apesar de ser uma cena extremamente rápida, o universo criado para o torneio é maravilhoso, com efeitos especiais de tirar o fôlego para as entradas triunfais do time irlandês e do apanhador búlgaro Vítor Krum. A contextualização do acampamento também é muito fidedigna ao livro, com a gigante barraca bruxa composta por vários cômodos (o mesmíssimo cenário da barraca é utilizado em Relíquias da Morte) e a invasão do local por parte dos comensais da morte, com a posterior conjuração da marca negra. O diferente na obra literária é o teor cômico que o acampamento ganha, visto que os guardas/policiais responsáveis pela segurança são trouxas e acabam tendo que passar por uma alteração de memória por todas as coisas estranhas e mágicas que presenciam (como um velho bruxo andando de camisolas em meio ao evento por dizer que a vestimenta lhe proporcionava um “ventinho nas partes”). Como pano de fundo para a Copa Mundial de Quadribol, foi escolhida a Beachy Head, um ponto de referência famoso no litoral sul da Grã-Bretanha. A 160 metros do nível do mar, o promontório de calcário é a mais alta falésia do Reino Unido.

Assim que chegam em Hogwarts, os alunos têm a oportunidade de conhecer os estudantes das escolas Beauxbatons e Durmstrang, que fazem entradas triunfantes no Salão Principal, cheias de coreografias e malabarismos, algo que não estava prescrito nos livros. Outro ponto diferente é a distinção entre homens e mulheres feita nos filmes. Nas obras de J.K Rowling, ambas as escolas europeias eram compostas por homens e mulheres. Depois, chega a hora de Dumbledore explicar sobre o Torneio Tribuxo, apresentando o Cálice de Fogo, objeto que seleciona os campeões aptos para a jornada, e a Taça Tribruxo, um dos objetos cenográficos mais lindamente criados. Com três alças, a taça foi concebida para parecer um troféu antigo feito de prata e cristal, mas na realidade foi moldada com resina e pequenos pedaços de plástico, criando uma intrigante textura orgânica.

Depois de apresentados aos alunos estrangeiros, Harry, Rony e Hermione têm sua primeira aula de Defesa Contra as Artes das Trevas com o professor Olho-Tonto Moody, interpretado por Brendan Gleeson, que introduz aos estudantes as três maldições imperdoáveis. Esse foi um desafio muito bem desempenhado por Gleeson, pois foi necessária a encenação de “dois personagens em um”. Levar Alastor Moody para as telas implicou não só em construir uma perna artificial e compor a maquiagem para criar seu rosto cheio de cicatrizes, mas também encontrar um modo de representar seu olho mágico que tudo vê. A solução foi um suporte de bronze amarrado, no qual o penetrante olho azul era movimentado por um minúsculo imã operado por controle remoto. O guarda-roupa de Olho-Tonto lembra os figurinos usados nos faroestes espaguete estrelados por Clint Eastwood. A confecção do casaco de Moody levou cerca de 80 horas, boa parte das quais usada para garantir a aparência de gasto (o tecido foi tratado com alvejante e envelhecido com maçaricos, facas, escovas de aço e lixadeiras).

Outro momento interessante diz respeito à cena em que os gêmeos Weasley tentam cruzar a Linha Etária do Cálice de Fogo. Para induzi-los à performance de uma briga mais verossímil, o diretor Mike Newell simulou uma briga séria com o ator Oliver Phelps e a encenação foi tão convincente que Newell acabou quebrando uma costela durante a brincadeira. Porém, ele afirma que o acontecimento foi bom para quebrar as formalidades com o elenco adolescente.

Posteriormente, em um clímax muito intenso, o nome de Harry Potter é um dos escolhidos como candidato para o Torneio Tribruxo, mesmo não tendo idade suficiente para competir. A partir daí, Harry mais uma vez volta a ser o centro das atenções, visto que todos pensam que o jovem bruxo trapaceou ao colocar seu nome do Cálice de Fogo. Isso também desperta a ira de Rony, que fica cansado de ser ofuscado pelo seu amigo. A briga entre os dois foi muito bem retratada no filme, bastante fiel aos desentendimentos relatados no livro. O único elemento parcialmente ignorado é o consequente fortalecimento da amizade entre Harry e Hermione, a qual ajuda o jovem bruxo a aprender e treinar o Feitiço Convocatório Accio, utilizado por Potter na primeira tarefa do Torneio Tribruxo.

Depois de apresentados os campeões, chega o momento em que a repórter Rita Skeeter faz as entrevistas com os quatro competidores para o jornal Profeta Diário. Interpretada brilhantemente por Miranda Richardson, Rita Skeeter tornou-se uma homenagem a Hedda Hopper, atriz de Hollywood dos anos 1930 que virou colunista de fofocas e era conhecida por seu gosto peculiar para roupas e chapéus. Em cada uma das tarefas do Torneio Tribruxo, Rita Skeeter veste um figurino pensado especificamente para aquele evento. Exemplo disso é o conjunto de couro vermelho escuro com textura de “pele de dragão” usado no dia da primeira tarefa. Contudo, o figurino que melhor representa a personalidade da ardilosa jornalista é o terninho de seda verde ácido, associado à cor do veneno típico da personalidade de Skeeter. É importante ressaltar que uma parte crucial da história de Rita foi omitida da adaptação cinematográfica: na realidade, Hermione descobre que a jornalista é uma animaga que adota a forma de besouro para conseguir os seus furos de reportagem. Indignada, Hermione prende Rita Skeeter em um vidrinho e guarda-a para oportunidades futuras.

O maior destaque deste longa metragem, sem dúvida, é a exímia adaptação que Mike Newell e sua equipe fizeram das três tarefas do Torneio Tribruxo. Para o Rabo Córneo Húngaro, por exemplo, foram construídos vários modelos de dragões, incluindo um em tamanho real, com 2 metros de altura e 21 metros de envergadura. É curioso saber que esse protótipo tinha o mecanismo interno do Basilisco de Harry Potter e a Câmara Secreta; a cobra gigante foi aproveitada, remodelada e convertida para se adaptar ao mecanismo do dragão. Mas o grande toque final foi o lança-chamas, colocado para o protótipo cuspir fogo de verdade a uma distância de 9 metros. O modelo foi usado na cena em que Harry dá a primeira espiada no dragão na floresta, junto com Hagrid. No restante das cenas, ele é gerado por computador. É curioso notar que a batalha entre Harry e o dragão durante a primeira tarefa é bem mais espaçosa e mais complexa no filme, visto que no livro ela fica restrita apenas à arena. O cenário para essa tarefa foi montado em duas partes nos estúdios Leavesden. Trata-se de uma arena feita de rocha onde os espectadores são dispostos como se estivessem em arquibancadas de uma tourada. Foi um dos maiores sets construídos em toda a saga. Além disso, visto que Daniel Radcliffe possui dublês, várias roupas foram necessárias para a cena do dragão. Havia cinco etapas diferentes para os trajes de luta: desde um intacto, quando ele entra na arena, até um totalmente destruído quando ele pega o ovo de ouro. Portanto, ao todo, foram confeccionadas 40 roupas, cada traje modificado de uma maneira diferente. Isso fora a riqueza de detalhes do ovo de ouro, uma das peças mais lindas e originais criadas pela designer Miraphora Mina.

Mas nada se compara à sequência de cenas mais bem trabalhada e complexa de toda a saga cinematográfica: a segunda tarefa do Torneio Tribruxo, que gerou um resultado excelente, até superando as expectativas criadas pelos leitores da obra de J.K Rowling. Para filmar essa cena embaixo da água, a equipe teve que construir um tanque medindo 18 metros de comprimento por 6 metros de altura, contendo quase meio milhão de galões de água, idealizado por John Richardson (familiarizado com filmagens subaquáticas, ele já havia trabalhado em O Resgate do Titanic). Foi o maior reservatório de água construído na Europa. Além disso, Richardson e sua equipe tinham que assegurar que os atores pudessem ficar de olhos abertos embaixo d’água. Para isso, um sistema de purificação com luz ultravioleta, que mata 99% de qualquer bactéria na água, foi instalado para que houvesse o mínimo de produtos químicos e substâncias desconhecidas boiando (afinal, qualquer opacidade nas tomadas finais resultaria na alteração dos efeitos digitais posteriormente). Ademais, manter a continuidade entre as tomadas era um enorme desafio para o departamento de maquiagem, visto que as cicatrizes do Harry ficavam gastas e clareavam durante a extenuante filmagem subaquática. Já com relação aos “tesouros” presos no fundo do lago, foram feitos bonecos animatrônicos idênticos a Hermione, Rony, Cho e Gabrielle, que tinham bombas de água em seu interior para simular os movimentos suaves e as bolhas de ar saindo das bocas de cada um.

No entanto, o maior desafio para essas cenas ficou no encargo de Daniel Radcliffe. O ator passou seis meses treinando mergulho para se preparar para as filmagens, nadando inicialmente em piscinas e passando a mergulhar em tanques cada vez mais fundos, até estar apto para encarar o tanque principal. Ele não só teve que dizer suas falas e atuar enquanto contracenava com criaturas marinhas míticas que depois seriam adicionadas por computador, mas ainda vestia guelras, nadadeiras e membranas nas mãos. Tudo isso a seis metros debaixo d’água e antes que ele ficasse sem ar (o ator não podia soltar nenhuma bolha de ar denunciadora porque seu personagem usa guelras no filme). Somado ao desempenho fenomenal dos atores nas tomadas subaquáticas, temos a brilhante criação dos sereianos, gerados por efeitos especiais. A aparência dessas criaturas foi baseada na anatomia de um esturjão. Em vez de haver a ruptura tradicional entre as partes humanas e dos peixes, a equipe decidiu dar o aspecto de peixe à parte humana, com escamas, olhos de peixe e cabelo translúcido (imitando os tentáculos de uma anêmona do mar), escolha que se mostrou extremamente sábia por parte dos artistas conceituais.

Em meio a todas essas aventuras, os alunos ainda têm que se preocupar com a tradicional festividade do Baile de Inverno que, segundo a professora McGonagall, é “uma noite de frivolidade bem educada”. Inclusive, a cena em que Rony e McGonagall dançam juntos no ensaio para o baile foi muito bem colocada no filme, mesmo não estando nos livros. Os atores tiveram que frequentar aulas de dança nos intervalos das filmagens para estarem prontos para o Baile de Inverno. Devido à noite de gala, os decoradores de set tiveram que modificar totalmente o cenário do Salão Principal, em uma das produções mais bonitas já feitas. Esculturas de gelo (produzidas com resina transparente) foram colocadas nas mesas circulares junto com frutos do mar, gigantescas árvores de Natal prateadas foram expostas no grande salão e 250 banquinhos indianos desmontáveis foram pintados de prata e cobertos com veludo. Isso fora o trabalho dos figurinistas. Foram criados mais de 300 figurinos para o Baile de Inverno e mais de 100 trabalhadores extras foram contratados para costurar e decorar os trajes das garotas. Para a roupa da Hermione, que teria de ser o vestido mais especial da noite, foram usados 12 metros de tecido chiffon e levou-se três meses no total para a sua elaboração. Durante as filmagens, Emma Watson ficou tão receosa de estragar o lindo vestido que chegou até a tropeçar nos degraus do Salão Principal em frente a todo mundo. Além de toda a produção visual, temos a banda bruxa As Esquisitonas, composta inclusive por integrantes do Radiohead na vida real (guitarrista Jonny Greenwood e baterista Phil Selway).

Por fim, há a terceira tarefa, que é a mais sem graça de todas se comparada com os outros desafios do Torneio Tribruxo. Ainda mais se os fãs levarem em conta a completude dessa tarefa no livro. Na obra literária, não se trata apenas de um labirinto que se mexe: o Harry encontra provações muito piores, como uma esfinge que lhe propõe um enigma, um trecho do labirinto que vira de cabeça para baixo e uma acromântula (aranha gigante) assustadora. Curioso notar também que o Cedrico Diggory descrito por J.K. Rowling é muito mais nobre e corajoso do que o personagem encarnado por Robert Pattinson nos filmes. Para essas cenas, a equipe de filmagem utilizou paredes hidráulicas de 7,5 metros de altura capazes de se mover e até se fechar sobre o competidor, dando uma sensação ainda maior de realidade aos atores.

É a partir da terceira tarefa que Harry e Cedrico são transportados para o cemitério de Tom Riddle, onde vão ficar frente a frente com o Lord Voldemort ressurgido. O brilhante ator Ralph Fiennes, escalado para interpretar o papel do malévolo vilão, mostrou-se uma das decisões mais acertadas do produtor David Heyman e do diretor Mike Newell. Porém, não foi tão fácil persuadir o ator para aceitar o papel, que até pediu para ver um pouco do filme antes de tomar sua decisão final (na época, eles estavam na metade das filmagens). Fiennes só se convenceu depois que a equipe lhe mostrou fotografias suas transformadas no rosto réptil de Voldemort. Os organizadores do longa metragem decidiram que Ralph não usaria lentes de contato vermelhas (como o descrito nos livros), pois eles queriam que o espectador sentisse e entrasse na raiva dos olhos de Voldemort. No início, também, até se cogitou não utilizar efeitos especiais para criar o aspecto ofídico do nariz do Lorde das Trevas, mas essa opção foi felizmente descartada por David Heyman, o que se mostrou uma decisão corretíssima. É interessante perceber, no decorrer da cena, como as nuances de temperamento de Voldemort são exploradas por Ralph Fiennes (do suave e gentil ao intempestivo e raivoso) e como o vilão parece estar redescobrindo o seu novo corpo, tocando-se e se sentindo. Uma atuação memorável de Fiennes que se repetiria com maestria nos filmes seguintes.

É uma pena que o filme Harry Potter e o Cálice de Fogo, por ser baseado em uma trama muito profunda e emaranhada, não tenha trazido elementos relevantes para a tela do cinema. A história das varinhas irmãs, o famoso Priori Incantatem, não foi explicada por Dumbledore ao final. A mobilização de Hermione com o FALE (Fundo de Apoio à Libertação dos Elfos Domésticos) não é abordada em nenhum momento. Os elfos domésticos Dobby (que entrega o guelricho para Harry) e Winky (que ajuda Bartô Crouch Jr. a fugir de Azkaban e inclusive mata o seu pai) não são nem mencionados na trama principal. O dinheiro que Harry ganha com o Torneio Tribruxo e doa para os gêmeos Weasley montarem sua loja de logros e brincadeiras também não toma parte do longa metragem. Entretanto, os fãs compreendem perfeitamente que tais informações tiveram que ser omitidas pela complexidade da história criada por J.K. Rowling. Mike Newell fez um excelente trabalho, com uma trama muito bem amarrada, recheada de dinamismo e de amor adolescente e pronta para introduzir a saga ao mundo sombrio de Voldemort. Afinal, como diria Dumbledore, estaria chegando o momento de os bruxos escolherem entre o que é certo e o que é fácil.

Harry Potter e o Cálice de Fogo foi lançado nos cinemas em novembro de 2005. Recebeu uma indicação ao Oscar (Melhor Direção de Arte), ganhou o BAFTA de Melhor Desenho de Produção e recebeu três indicações ao MTV Movie Awards.

Sobre Verônica

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especializada em assessoria de imprensa e mídias sociais. É simplesmente fissurada por Harry Potter e busca referências sobre a saga constantemente.
Comentários
Rafael disse:

ORDEM DA FÊNIX, e os outros PLEASE

Parabéns pela matéria.
A leitura é muito agradável e rica em detalhes.

Raquel disse:

Ótimo texto, me fez lembrar de quando vi o filme pela primeira vez, amei!

Glaucia de Paula disse:

Excelente. Tudo muito bem explicado. Adorei o texto, me deu muita saudade do tempos em que eu ficava na expectativa do lançamento de um livro ou de um filme. Agora é ler e assistir tudo de novo pra matar a saudade.

wallissonsilva disse:

esse é o melhor texto sobre HP q eu já li. meus Parabéns Verônica Petrelli.

Juci disse:

Me fez até gostar um pouquinho do filme por alguns segundos…. Mas ai chegou no último parágrafo e eu lembro que o Dobby foi cortado e não dá!! Porque colocar o Neville pra ajudar o Harry?? Não podia colocar o Dobby?? Acho que eles quiseram economizar no ele e efeitos kkkk

Esse filme ainda é melhor que os seguintes…

Marcelo Costa disse:

Uma pena o filme não ter sido feita em duas partes, poderia ter mais detalhes do livro no filme, mesmo sendo um roteiro adaptado para um livro, por muitas vezes se tornava chato explicar porque tal cena aconteceu para quem não leu o livro.

Bruna Borghesi disse:

Como disse a leitora acima, eu também me lembrei de muita coisa que não lembrava mais… me deu até vontade de sair do trabalho e pegar o livro pra devorá-lo mais uma vez! adorei!!!

NME disse:

Eu não sou de comentar os texto que leio por aí, mas esse está muito bom o texto, Verônica! Parabéns! Que saudades do Harry Potter..acho que vou ler um pouquinho 😉

AnaBibi disse:

Nossa, depois deler me deu até saudade de ver o filme, haha.

celi disse:

muito bom!!!

BRENO CAMELO disse:

É um dos melhores filmes da Saga e a Melhor fotografia de todas.

Yoko disse:

Ótimo Ótimo texto! Boa comparação e críticas

Paola disse:

Maravilhoso! Adorei o texto, parabéns. Na espera dos próximos 😀

Angel disse:

Adorei o texto, foi uma leitura muito agradável!

Luiza M. Camargo disse:

Uma crítica ótima do filme, me fez relembrar em detalhes, tanto o livro quanto o filme. Parabénssss ;D