Autor: Thaís Lourenço

Sobre

Thaís Lourenço

Historiadora e capricorniana. Ama filme francês, os efeitos de Méliès, o pioneirismo feminino, as cores de Almodóvar, as viagens de Miyazaki e a imaginação surrealista.

Aos avós – da vida real e também do cinema

Todos nós tivemos avós. Eles foram presentes, ausentes, nos deixaram antes que pudéssemos conhecê-los, estiveram presentes em todos os momentos da nossa vida… Enfim, todos tivemos avós, mas a sorte mesmo é de quem ainda tem. Eles são como cápsulas do tempo e guardam um arsenal infinito de histórias de outro mundo, outra época, de cheiros, gostos e costumes. Há uma certa magia em tê-los pois, para mim, eles são caixinhas de passado e estão sempre, sempre mesmo, prontos para sentar com você do lado e conversar por horas. Eu pelo menos tive muita sorte. Quando eles vão embora,...

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19º edição do Festival Varilux de Cinema Francês chega ao Brasil

Salut a tous! Ça va? Este texto não será no idioma do amor, mas essa notícia é e tem até cheiro de croissant. O Festival Varilux de Cinema Francês chega novamente ao Brasil para acalentar nossos corações sedentos pela língua francesa no cinema. Em 2019, o festival chega ao seu 19º ano de vida e alcança um milhão de espectadores, espalhados por todo o país. Saltou, em 2010, de nove para 88 cidades em 2018, com exibições em 118 salas. Não é segredo que a indústria cinematográfica francesa tem uma força enorme e um investimento de nos dar inveja, por...

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Antropofagia Brasileira – das telas de Tarsila ao Cinema Novo

O Movimento Antropofágico influenciou desde os modernistas de 1922 até os cinema-novistas de 1960. A partir de observações derivadas da exposição Tarsila Popular, traçamos aqui um paralelo entre duas épocas de efervescência cultural.    Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz. Tupi, or not tupi that is the question.”  – Manifesto Antropófago, Oswald de Andrade. Publicado originalmente em 1928. Com esta frase, Oswald de Andrade abria o Manifesto Antropófago e, com ele, inaugurou um dos movimentos...

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