Autor: Rafael Ferreira

Sobre

Rafael Ferreira

Nascido no interior de Goiás, criado assistindo desenhos animados e filmes de terror. Formado em Publicidade e Propaganda, divide sua paixão por cinema com a música, e a arte da animação.

O Chamado

Domingo à noite, momento para relaxar, sentar no sofá e ver um bom filme com a família. Porém o sinal do pacote da TV por assinatura não estava bom, e como eu não assino nenhum sistema de streaming, a solução é recorrer aos bons e velhos DVDs. Felizmente tenho uma coleção invejável. Nesta ocasião o escolhido foi O Chamado (2002), filme que marcou uma geração e já completa 17 anos. Hora de pôr a regra dos quinze anos à prova. Espalhou-se um boato sobre uma fita de vídeo que, de forma sobrenatural, mata após sete dias aquele que a...

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Agent 327: Operation Barbershop

Já faz um tempo que o cinema e as histórias em quadrinhos andam de mãos dadas. Grandes sucessos da sétima arte são inspirados ou adaptados de obras da nona arte. Quando o assunto envolve estas duas mídias, a conversa sempre gira em torno de Marvel ou DC, porém, pouco sabe o público médio que o universo das histórias em quadrinhos é muito mais amplo do que apenas super-heróis. Na Europa temos uma variedade de hq’s aclamadas que mereciam mais atenção do público, coisa que um filme poderia contribuir. Um destes exemplos é o personagem Agent 327, criado por Martin Lodewijk para...

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O Piano

Organizando a bagunça em meu guarda-roupa encontro um pôster bem envelhecido de um filme que, curiosamente não faz parte do meu gênero favorito, mas por algum motivo o guardei durante uns 20 anos. O filme em questão é O Piano (1993), uma produção neozelandesa, co-produzida pela Austrália e França. O pôster traz uma mulher de vestido longo em uma praia ao lado de um piano, e em cima deste piano está uma menina, uma imagem muito bonita por sinal, que me desperta algumas lembranças deste filme, depois de muito me esforçar, consigo me lembrar de trechos da trilha sonora,...

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Terror Em Silent Hill

Não sou um jogador assíduo, porém, em minha juventude era viciado em games. Na época do SNES não passava de apenas um passatempo, mas depois fui descobrindo outras plataformas, e com os jogos de computador percebi que os games podem ser mais do que simples diversão – assim como o cinema também não deve ser visto apenas dessa forma – alguns oferecem uma experiência tão poderosa quanto outras mídias como o cinema ou a literatura, na qual nos identificamos com o protagonista, sentimos o que ele sente, e mais do que isso, nós o vivenciamos e tomamos as decisões...

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A Noiva de Chucky

Procure na sua memória aquele filme que você adorava quando criança, provavelmente você olhará com nostalgia, mas ao revê-lo chegará à conclusão de que não é tão bom quanto a sua memória afetiva recorda. A este efeito dá-se o nome de “Regra dos 15 anos”, que prega que antes dos quinze anos não temos muitos critérios de avaliação, assim fica fácil entender como certas atrocidades produzidas pela indústria do cinema, televisão e música fazem sucesso. Por isso, recomenda-se não revisitar obras com as quais você teve contato antes desta idade. Claro que essa regra não tem muita valia para...

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